Casa Pia, e as Orgias da Elite
Casa Pia e outras Casas Pias
A Casa Pia é um assunto nojento, que podia ser pintado a negro, não pelos arguidos, mas sim pelos putos que na altura eram putos e hoje são já adultos e que foram abusados, que resolveram dar a cara e por a denúncia a correr graças à Ex-Provedora Catalina Pestana. Ela lutou contra e contra todos, contra políticos e contra a comunicação social que andou à cata, do erro dos «putos», se era que erro é possível perante memórias traumáticas, as quais ficam marcadas e gravadas na memória de cada um de tal forma que nunca mais sai levando o sujeito a entrar em pensamento circular, sem sequer conseguir sair dele.

Nos jovens abusados, aparece determinada sintomatologia que se consegue observar quando não aparece uma sintomatologia e uma panóplia de sintomas de carácter depressivo e por vezes completamente desviante, pois que o abuso o levou a olhar para toda a sociedade de forma transviada.
Lógico, que se penso desta forma sobre o jovem, que também penso algo sobre os diferentes abusadores, que foram chamados de «libidinosos» pela Juíza Ana Peres. Pessoalmente não acredito que quem abuse, escreva numa agenda, que deu uma de «cansana» em A, B ou C. e que o puto X, Y ou Z, tenha recusado tais favores e ainda por cima tenha feito queixa de quem tentou prestar tais favores, sejam estes a troco de prendas ou de dinheiro.
Os processos individuais e que foram separados deste processo global, pois que os arguidos assim o quiseram, foram mais rápidos e céleres, e as penas que tiveram foram e são tão graves como estas.

Por vezes, certas pessoas pensam que por terem visibilidade mediática e estatuto social, por esta ou por aquela razão são de certa forma intocáveis. Facto que se veio a reconhecer que não será exactamente assim, pois que estes arguidos tendo visibilidade e estatuto foram acusados e julgados.
O processo chegou ao fim, isto apesar dos pormenores que irão provavelmente ser discutidos, mais adiante, de recurso em recurso, poderem de certa forma adiar a pena, porém, o julgamento público já foi feito.
Porém, como em todos os casos, a justiça centra-se sempre no elo mais fraco, desta vez, foi o motorista que foi o elo fraco da correia, lembro-me que aqui há uns anos, nos casos de morte devido a um problema de filtragem nas máquinas de diálise no Hospital de Évora, o culpado foi um pobre electricista, que se deve ter esquecido de mudar os filtros.
Neste caso, um dos grandes culpados foi efectivamente o motorista que apanhou 18 anos, e ainda vai ter que permanecer no estabelecimento prisional. È que este motorista, foi criança abandonada, abusada e que por sua vez abusou e levou os putos a serem abusados.

Só que este ciclo vicioso agora descoberto, ou melhor posto a nú, leva-nos a dizer, que o começo da procissão começou mas o seu fim ainda vem longe, isto apesar da sentença completa sair na 4ª feira dia 8/9/2010.
Gregório Matias
- Alêm Mar - www.aloportugal.org
 
                                                                Ora muito bem.
 Mais uma divagação minha. Qual?
Inocentemente digo-vos que é sobre o processo Casa Pia. Eu sou culpado por aquilo que vou escever, não é por mais nada.. Estou inocente porque nunca matei nenhuma mosca nem nenhuma barata.
Todos os que se encontram nas prisões são inocentes. Liberdade já..
Quanto aos da casa Pia, prendam-nos em autênticos palacetes. Sim porque para pessoas importantes, assim deve ser. Mas atenção: não se esqueçam de lá pôr uma ou duas criancinhas. Sabem é que o vício é terrivel.
Enfim é a vidaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...   www.aloportugal.org
Pedro Valdoy 
 
                               Julgamento do Processo Casa Pia
Todas as penas de prisão efectiva a que foram condenados seis dos sete arguidos do processo Casa Pia foram superiores ao mínimo que o Ministério Público tinha pedido.
 
 
O julgamento terminou hoje no Campus da Justiça 

Em Dezembro de 2008, no quinto e último dia de alegações finais, o Ministério Público pediu penas superiores a cinco anos de prisão para os sete arguidos do caso de abuso sexual de menores.

Na altura, o procurador João Aibeó defendeu também que os arguidos não deveriam ser contemplados com penas suspensas.

Hoje, quase seis anos depois do início do julgamento, o colectivo de juízes liderado por Ana Peres, coadjuvada por Lopes Barata e Ester Santos, decidiu condenar Carlos Silvino a 18 anos de prisão, Carlos Cruz a sete anos, Ferreira Diniz a sete anos, Jorge Ritto a seis anos e oito meses, Hugo Marçal a seis anos e dois meses e Manuel Abrantes a cinco anos e nove meses. Em todos os casos a pena de prisão é efectiva. A sétima arguida, Gertrudes Nunes, foi absolvida.

Os condenados terão ainda de pagar indemnizações às vítimas que variam entre os 15 e os 25 mil euros.

Crimes provados:

Carlos Silvino (18 anos de prisão)

O antigo motorista da Casa Pia foi pronunciado inicialmente por mais de 600 crimes sexuais, mas o Ministério Público deu como provados 167, na maioria de abuso sexual. A Carlos Silvino são atribuídos vários abusos de menores, na garagem da Casa Pia, em colónias de férias e no barracão onde o arguido vivia, entre outros locais. O tribunal deu também como provado que Silvino abusou dos três menores que o acusam no processo apenso, entre os quais "Joel", cujas queixas motivaram a abertura da investigação.

Carlos Cruz (sete anos de prisão)

Em relação a Carlos Cruz foram dados como provados abusos cometidos na casa da Avenida das Forças Armadas com um menor com idade inferior a 14 anos. O tribunal considerou também provados os abusos praticados pelo ex-apresentador na casa de Elvas, com um menor de 16 anos, que recebeu cinco mil escudos. Carlos Cruz, que foi condenado pela prática destes três crimes, era pronunciado por seis.

Ferreira Diniz (sete anos de prisão)

O tribunal deu como provado que o médico Ferreira Diniz cometeu dois crimes de abuso sexual de menores.

Jorge Ritto (seis anos e oito meses de prisão)

Já Jorge Ritto foi considerado culpado de abusos em diversos locais, como uma vivenda no Restelo e uma casa na Alameda Afonso Henriques. Ritto estava pronunciado por onze crimes - nove de abuso sexual e dois de lenocínio -, mas o Ministério Público considerou como provados oito dos crimes de abuso.

Hugo Marçal (seis anos e dois meses de prisão)

Em relação ao advogado Hugo Marçal, que estava pronunciado por lenocínio (fomento à prostituição com fins lucrativos), o tribunal considerou provado que este providenciou uma casa em Elvas, pedida à arguida Gertrudes Nunes, que acabou absolvida. Hugo Marçal estava pronunciado por 23 crimes, 19 de lenocínio e quatro de abuso sexual.

Manuel Abrantes (cinco anos e nove meses de prisão)

Por fim, o ex-provedor adjunto da Casa Pia Manuel Abrantes foi condenado por dois crimes de abuso sexual de menores. Abrantes foi pronunciado inicialmente por 51 crimes, incluindo 48 de abuso sexual, dois de lenocínio e um de peculato de uso, mas o Ministério Público só deu como provados 16 crimes de abuso.

www.publico.pt 

Do www.portugalClub.org  Atenção isto não quer dizer que algum pedófilo em Portugal vai para a Cadeia. Por enquanto ficam todos livres . Novos recursos daqui a alguns anos, tudo vai ficar mais maneiro.

E os Pedófilos do Partido Socialista ? Já foram absolvidos claro... Pedroso? Ferro ? Sócrates , etc...

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Florianópolis
Florianópolis: Brasil  (Futura sede do PORTUGALCLUB) www.portugalclub.org 

Florianópolis, a capital catarinense, é um delicioso círculo vicioso. Uma ilha com 42 praias no entorno de diversos tipos e estilos. Desertas ou animadas, da moda ou escondidas. A escolha é de acordo com o perfil do viajante. Uns preferem badalação e muito agito em bares cheios de gente bonita à beira-mar, outros gostam da tranquilidade de uma praia cercada por montanhas verdejantes.

Há quem goste do conforto de um grande hotel ou de um condomínio de alto padrão, enquanto outros preferem a rusticidade de uma pousadinha no meio do mato. Muitos gostam de suar a camisa e, no verão, Floripa combina bem com esporte.Mas o que você prefere? Encarar uma trilha à caminho de uma deslumbrante praia deserta, ou dançar até cair em festas ao som de DJs ao melhor estilo Ibiza? Floripa tem isso, basta escolher.

JURERÊ INTERNACIONAL

Até alguns anos, todo mundo em Floripa só falava da Praia Mole. Ainda um point bastante conhecido entre surfistas e beldades, que desfilam sob o sol catarinense. Mas o quente da badalação migou e a praia da moda agora é Jurerê. A praia fica na parte norte da ilha, onde estão as mais urbanizadas e com melhor infraestrutura de hotéis, como Ingleses e Canasvieiras. Mas Jurerê Internacional não tem nada a ver com as vizinhas. É uma espécie de "praia planejada", dominada completamente por um empreendimento de alto padrão. A história por ali começou a partir de 1980, quando o grupo gaúcho Habitasul comprou todas as terras de uma faixa de orla com quase dois quilômetros de extensão, no canto esquerdo da antiga praia do Jurerê, e passou a vender os terrenos. Os compradores tiveram que seguir regras para construção. As casas, por exemplo, não podiam ter muros, não ultrapassar dois pavimentos e nem ocupar uma área maior do que um terço do tamanho total do terreno.

Vivem hoje em Jurerê Internacional quatro mil moradores fixos, população que pula para cerca de dez mil no verão. É praticamente uma minicidade autossuficiente, com supermercado, escola e calçadão com lojas e agências bancárias. Não há dúvidas de que ali se desfruta da mais civilizada praia do Brasil, com ruas limpas, placas informativas, calçadão para caminhar, serviço de água e esgoto próprios, fiação subterrânea e câmeras de segurança espalhadas por todo canto.

OS BEACH POINTS

A ideia inicial era Jurerê Internacional se tornar um empreendimento baseado em qualidade de vida. A badalação chegou depois, com a instalação dos bares de praia, ou beach points como eles chamam por lá, os pontos de apoio para os banhistas. Neles, o esquema vai muito além da tradicional mesinha com guarda-sol para petiscar. Os beach points seguem o conceito de lounges, com direito a Beques com sofazinhos, alta gastronomia, cervejas premium mergulhadas em baldinhos de gelo e trilha musical house garantida por DJs badalados.

Quem gosta de caminhar pode esticar até o canto esquerdo da praia de Jurerê Internacional e subir a ladeira que leva à Praia do Forte. No caminho, está a Fortaleza de São José da Ponta Grossa, construída em 1740 para proteger a entrada da baía norte da ilha de Santa Catarina contra a invasão de piratas estrangeiros. Na praia do Forte, vivem cerca de 100 famílias de nativos. Uma tradição açoriana que persiste ali é a renda de bilro. É bem fácil encontrar as rendeiras dentro do forte com a almofada no colo movendo os pauzinhos em alta velocidade entre as mãos, para fazerem toalhas, xales, blusas...

No verão, de sexta à domingo, todos beach points promovem as sunse festas que começam por volta do meio-dia e seguem fervendo até às dez da noite quando a lei do silêncio manda desligar o som e a galera migra em peso para pista de dança da Pacha. Não é cobrado ingresso para entrar nas sunsets, exceto nas festas de réveillon e carnaval, qua do são montadas tendas na praia.

BRAVA E LAGOINHA DO NORTE

Quem vence o congestionamento para chegar e estacionar o carro se depara com uma enseada delimitada por montanhas cobertas pela mata nativa. A Brava, como sugere o nome, tem ondas fortes e está sempre cheia de surfistas, como é caso do ex-tenista Gustavo Kuerten, o Guga, que tem casa lá. O ponto aglutinador da moçada é o Quiosque do Pirata, por lá há 15 verões.

Ao lado da Brava, Lagoinha do Norte tem astral bem diferente. Badalação não há. É preferida por casais e famílias com crianças. Tem mar bem manso e um recorte em forma de meia-lua bonito de ver. Sorte dos hóspedes da Pousada da Vigia, que fica no alto do costão da praia. Da varanda dos quartos e do restaurante, a Lagoinha do Norte exibe-se inteira. A vista é o grande luxo da pousada, mas há outros também, como as suítes com terraço, onde foram colocadas banheira de hidromassagem, sauna e churrasqueira.

Lagoinha do Leste, no sul da ilha: ainda selvagem e com acesso apenas por trilha. Para fechar a seleção das praias mais sofisticadas de Floripa não se pode esquecer da Praia do Santinho. Por um único motivo: o resort Costão do Santinho, um dos melhores e mais completos do Brasil.

MOLE, JOAQUINA E LAGOA DA CONCEIÇÃO

O circuito mais convencional de Floripa está concentrado nos arredores da Lagoa da Conceição, no leste da ilha. Não é um completo absurdo se você, de repente, optar por passar os dias zanzando por ali. Muita gente faz isso, a despeito do trânsito pesado. O roteiro inclui a eterna Praia Mole, com suas areias tomadas por surfistas e turistas. na qual inclui-se o povo GLS, que finca o guarda-sol no canto esquerdo da praia, perto de onde começa a trilha para a praia das Calhetas.

Além da vizinha Joaquina, que interessa principalmente aos amantes de boas ondas e aos ônibus de excursão. Vale a pena conhecer as dunas, onde o pessoal aluga pranchinhas de sandborad para quem quiser brincar. Mas cuidado porque o esporte é bem mais radical do que parece.

Já a Lagoa da Conceição concentra uma parte importante da vida noturna de Floripa,com diversos bares com shows. Para quem gosta de natureza e busca um canto tranquilo para descansar, sem abrir mão dos bons restaurantes e bares com música ao vivo da Lagoa da Conceição, o sul da ilha é a melhor alternativa.

Quem segue pela estrada SC-406, que sai da Lagoa da Conceição (outra via de acesso é a Avenida Beira-Mar Sul para quem está no centro), percebe que tudo fica cada vez mais selvagem a cada quilômetro percorrido. O sul da ilha começa extraoficialmente a partir da praia de Morro das Pedras. É a primeira que se vê da janela do carro. Trata-se de uma praia de tombo, com frequência sobretudo de surfistas. Melhor optar pela praia da Armação, logo depois da curva.

SUL DA ILHA

Toda essa badalação e sofisticação que toma conta das praias do norte da ilha já não acontece no sul, onde ainda preserva-se a herança dos colonizadores açorianos e a Floripa pitoresca. Comunidades de pescadores resistem em vilarejos de praia que lembram o interior. Mata Atlântica recobre montanhas em áreas de proteção ambiental. Algumas praias tem acesso apenas por trilhas. Não há grandes hotéis ou resorts e a acomodação típica são as pousadinhas na beira da praia ou escondidas no meio da mata. Para quem gosta de natureza e busca um canto tranquilo para descansar, sem abrir mão dos bons restaurantes e bares com música ao vivo da Lagoa da Conceição, o sul da ilha é a melhor alternativa. www.portugalclub.org

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José Sócrates "O Ditador"
Ao que isto chegou!!!
 
     Sócrates quer fechar hospital infantil para pagar dívida socialista
 
O plano hospitalar, deste governo,para a capital,é mesmo para avançar:fecham-se e vendem-se uns quantos estabelecimentos de saúde,faz-se um novo; de uma capacidade, total, de 1000 camas, passa-se para um espaço de 800, e misturam-se todos os tipos de doentes!!!
 
     Crianças e loucos vão estar todos juntos...a bem das finanças públicas!
 
O futuro Hospital de Todos os Santos,cuja inauguração será,só,em 2012, vai obrigar ao encerramento de cinco outros estabelecimentos, históricos, na capital:Sta. Marta,S.José,Sto.Antº. dos Capuchos,Desterro e o Hospital Pediátrico da Estefânia...Miguel Bombarda e Júlio de Matos também fazem parte desta lista.
Todos estes estabelecimentos têm uma história de vida (uns, menos, outros, mais), que, a serem estas notícias verdadeiras, deixarão de fazer parte da vida de uma cidade que tem 8 séculos de História, a qual, diga-se em abono da VERDADE, querem fazer apagar, o mais depressa possível!!!
Segundo declarações do Prof. Gentil Martins, condenando,veementemente, esta junção, "parece impossível que os políticos deste país não se preocupem com o que verdadeiramente interessa "na nossa casa",ou seja,a maneira como tratamos os mais fracos, os mais frágeis,os doentes,as instalações,físicas e humanas que temos para os receber...a criança não é um adulto em ponto pequeno,assim como um velho não é uma criança crescida...temos que ter espaços apropriados, condignos, e adaptados técnicamente, para os receber,assim como pessoal capaz para desempenhar funções de melindre e delicadas".
Corre, também, e, por sua iniciativa, uma petição, já com 100.000 assinaturas.
 
Num recado muito directo a Sócrates, os defensores da Estefânia lembram aos políticos que "os laços culturais e económicos se concretizam, muito mais,na prática humanista, do que na retórica dos banquetes, e que o capital dos Hospitais não pode ser desperdiçado, por razões conjecturais e de interesses privados, os quais, na sua visão, puramente gestionária e economicista,nem sequer se apercebem que,com esta destruição de equipamento de serviço público,se vai comprometer a própria viabilidade ,porque corta,pela raíz,a reprodução e desnvolvimento do saber médico pediátrico".
Lembra, igualmente, o Prof.Gentil Martins,que "é fundamental haver um hospital,única e exclusivamente, para crianças... tudo junto é que não, e cuja gerência seja autónoma e o pessoal, especializado e dedicado às crianças".
 
MAS O PROBLEMA É OUTRO
 
     O problema é que o governo tem uma necessidade absoluta de gerar receitas que vão equilibrando um défice e uma dívida externa sem precedentes,e vão sendo cada vez mais também para "comerem todos à tromba estendida"!
     O ministério da Saúde já vendeu,até agora,os edifícios onde ainda funcionam os hospitais de S.José,Capuchos,Sta.Marta e Miguel Bombarda, por 142.000.000 €,já tendo sido entregues ao respectivo ministério 100.300.000€,com o objectivo de rentabilizar, o mais que se puder,estes edifícios,para,mais tarde,serem vendidos a privados,podendo dar lugar a novos projectos imobiliários!!!
     Os hospitais representaram, em 2009, cerca de 37% do encaixe financeiro do Estado,com a venda de imóveis, num total de 300.000.000€.
UM CASO CURIOSO... E NÃO MENOS PARADOXAL
 
     Estes edifícios só serão viáveis,para o que se quiser,depois de desactivados...a prova é que o hospital do Desterro, fechado em 2008, ainda está à espera de alguém que dê os 10.000.000€, por um edifício que só pode ser utilizado para cuidados continuados... S.José e Miguel Bombarda,por sua vez,têm património classificado, que criam constrangimentos a futuros projectos imobiliários!!!
 
A minha opinião é de que já estamos mais que no fundo...este país tem uns governantes completamente loucos, mas a minha nota de rodapé é esta:todos os doentes que se desloquem a qualquer hospital,é bom que se previnam e passem a levar uma ventoinha, de casa,para o caso de não haver ar condicionado... assim, sempre estarão mais frescos... Que rico socialismo... GATUNOS E INCOMPETENTES, isso sim!!!     www.portugalclub.org 
 
Maria Celeste Amado-Miratejo
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Cardigos
MARAVILHAS DA SANTA TERRINHA!
 
De: Silvino Potêncio
 
A cada virada da folha do ultimo dia do mês, aqui na página do portal do Ti Casimiro - o maior ponto de apoio de todos os emigrantes ligados através do SPAM (Silvino Potencio Avisa Malta) que todos conhecem por Portugal Club - as mensagens, elas são mostradas à vontade dele (computador).
Assim sendo, por desencaminho de tais artigos de opinião, nós falámos do Home de Santa Comba Dão (tudo de graça, como sempre...) mas o recado não apareceu!... também nem era necessário porque ele já é muito conhecido!
Por isso, hoje trazemos-vos ao "talho de foice" um velho chavão do linguajar Luz & Tano, que é o ditado de " cada um deve puxar a brasa à sua sardinha" e, como aqui na praia do Zumbi não há sardinhas, nem carapaus de corrida!... então decidimos "puxar a brasa às Alheiras de Mirandela"!
      
Tal como os espectadores teem observado nas transmissões da nossa querida RTPI  (Realmente Temos Portugal Incendiado) está em votação a eleição para as SETE MARAVILHAS Lusitanas por cada setor temático; seja no turismo, seja na cultura, arquitetura, paisagismo, "xuxialismo"... e outras coisas terminadas em ismo de altruismo...e, por isso, a malta lá das Berças de Mirandela me mandaram aqui botar a boca no trombone!...
- Vamos todos votar na LINHA DO TUA antes que acabem com ela!
- Quem nunca andou na LINHA DO TUA, nem imagina o que é, aliás o que era a primeira viagem de "camboio" dos Emigrantes daquela região que emigravam para terras do Ultramar, para o Brasil... para a América... para o Canadá... os emigrantes de hoje não se lembram mais disso, mas nós não podemos deixar esquecer as lembranças que ainda nos restam!
 
Deixo-vos aqui parte de uma mensagem recebida do Dr Jorge Lage - Autor do Livro O Mirandelês!... de quem faço minhas as suas palavras.
 
Olá!
Em jovem muitos conheciam-me sempre pelo nome da minha terra «MIRANDELA» e é isso que eu digo sempre quando me perguntam de onde sou.
Depois, há 50 ou 40 anos, para sair de Mirandela era pela «mítica linha do Tua», entre fraguedos, o rio a cantarolar nas fragas e nos rápidos e o combóio a assobiar e a ir buscar força ao «fundo da alma» para transpor pontes, ravinas e túneis até aparecer a «chaminé da União». A linha do Tua é um dos mais belos «poemas» da engenharia portuguesa oitocentista, que não merece ser assassinado.
Por isso, com emoção e uma alma húmida vos peço que voteis, se concordareis comigo, nesta maravilha de Portugal, como a mensagem abaixo do Município de Mirandela sugere e a que me associo. - Só assim poderemos evitar a sua criminosa destruição por um prato de lentilhas.
Agradeço que passem esta mensagem aos amigos/as.
Oxalá que amanhã possa verter uma lágrima de gratidão por vós e por esta maravilha.
Muito grato.
Jorge Lage
 
Os interessados, e... repito!... não precisam ser só Transmontanos, ou Portugueses, mesmo que não gostem de Alheiras, eles podem votar (um voto por cada computador) mas temos que andar rápido!
 
 A Votação para as 7 Ex-Maravilhas Naturais está em aberto até ao próximo dia 7 de Setembro!
-  Vamos continuar a chamar a atenção para a Causa do
Tua!
- Vote "Linha do Tua" em  <http://7exmaravilhas.net/>          http://7exmaravilhas.net/
 
Desde já um abraço a todos, e fiquem com Deus!...
Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano - O Home de Caravelas de Mirandela
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Eulalia Moreno

Olá Amigas(os) do PortugalClub

A Marejada em Itajaí, SC, precisa mudar de nome porque de Festa Portuguesa não tem nada

O bizarro continua acontecendo um pouco por todo o lado quando se trata de eventos , supostamente, de conotação luso-brasileira. Recentemente em São Paulo, no 90º aniversário da Portuguesa de Desportos a dupla sertaneja, decadente, Gian e Giovani não satisfeitos em apresentar o seu mau espectáculo nada a ver com as tradições portuguesas, ainda destrataram o público fazendo gestos obscenos para os presentes.

A 24a. edição da Marejada que acontece entre os dias 8 e 24 de Outubro no Centro de Eventos de Itajaí, no Estado de Santa Catarina, é denominada a MAIOR FESTA PORTUGUESA E DO PESCADO NO BRASIL mas como atrações apresenta este ano o Jeito Moleque e esse fenomeno debilóide Luan Santana, dentre outros. Para adoçar o bico dos patrocinadores portugueses , reservaram uma noite para Roberto Leal e sua banda. Já assisti a várias edições da Marejada, inclusive num espaço que imitava uma casa de fados lisboeta e ali ouvi os nossos fadistas e guitarristas apresentarem música portuguesa da melhor.

De uns tempos para cá, acabou-se a casa de fados, conservaram-se alguns quiosques para comercialização de doces ditos portugueses, um estande vendendo bolinhos de bacalhau e a exibição de alguns jovens com trajes típicos dos Açores ( o Estado de Santa Catarina foi colonizado por açorianos ainda no século XVII) . Mais nada.

Mude-se o nome, urgentemente. Retire-se a "Festa Portuguesa" que serve de chamariz para os incautos e sobrevivam apresentando sertanejos, bolinhos de aipim , de fubá e pastéis de feira com caldo de cana.

Abraço - Eulalia Moreno - São Paulo

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Dr. Miguel Reis

Conselhos para mais um ano de crise…

Vai iniciar-se amanhã, 1 de Setembro de 2010, um novo ano judiciário.
Tudo indica que vai ser mais um ano do processo de falência da própria justiça, que aqui vimos comentando, aliás de forma suave, porque não vale a pena bater mais no defunto.
Todos os dias ouvimos personalidades a declarar que acreditam na justiça. Uns mentem descaradamente, porque se sabe que não acreditam. Outros, pura e simplesmente, cumprem um lugar comum.

Ninguém que seja minimamente consciente e informado pode fazer uma afirmação tão bárbara, pela simples razão de que o sistema está falido e não merece nenhum crédito.
Ao longo dos últimos anos, os sucessivos governos têm feito asneira sobre asneira, contribuindo para a destruição de um edifício que, embora não funcionasse bem, garantia um mínimo de segurança jurídica.
Ando na advocacia há quase 30 anos e não consegui ver o fim de nenhum dos grandes processos de falência/insolvência em que tive intervenção. Milhões de contos do nosso tecido empresarial são delapidados por administrações ruinosas, com prejuizo dos credores e dos trabalhadores, sem que os tribunais tenham a mínima capacidade para fazer cumprir as leis. Podia dar exemplos chocantes, mas não o permite o estatuto profissional dos advogados, que continua marcado por normas que impedem a transparência indispensável à reforma ou à ressurreição.

No último ano, fomos todos confrontados com um novo fenómeno. Há empresas que ferram o calote aos seus credores e que desaparecem por via administrativa, sem que alguém saiba, graças a uma lei feita por medida para proteger os caloteiros. Apesar de todos os sistemas informáticos e da possbilidade de cruzamento de dados, é possivel a uma empresa que seja devedora extinguir-se, desaparecendo como pessoa jurídica, extinguindo-se todos os processos contra ela, por inexistência jurídica da pessoa.

Uma das reformas mais graves na antecâmara da comemoração do primeiro centenário da República foi, quiçá, a reforma do registo civil, que transformou o sistema, que era aberto e público, numa coisa opaca. É impossivel a cada um de nós verificar se tem mais um irmão ou dois, pela simples razão de que os livros do registo civil deixaram de existir, substituidos por arquivos informáticos inacessiveis e insonsultáveis, elaborados com documentos digitais, sem que se preservem os originais em papel, que são destruidos.

Só quem seja absolutamente ignorante não sabe que é muito mais fácil falsificar um documento em papel do que um documento digital.

Se saltarmos para o registo da propriedade, o risco é da mesma natureza. Hoje pode fazer-se um registo de transmissão de um imóvel por telefax, com um documento falso atribuido a um advogado. Claro que o negócio é nulo; mas se entretanto o bem for transmitido a um terceiro de boa fé, será o cabo dos trabalhos para destruir a confusão.

Uma das maiores bandeiras da propaganda dos últimos governos foi a da informatização dos tribunais.

Trata-se de uma enorme fraude, que veio contribuir, de forma muito grave para o agravamento do estado de falência em que a justiça já se encontrava.

Os sistemas adotados são de um primarismo chocante e de uma absoluta irresponsabilidade no que se refere à gestão dos meios humanos. Porque o processo digital é inconsultável (tem que se ler documento a documento) os processos foram duplicados: um processo digital e um processo de papel, ocupando-se os funcionários com tarefas adicionais de digitalização dos documentos ou de impressão dos documentos digitalizados.

Tudo isso acontece quando já há - ha muito - soluções tecnológicas que permitem folhear o processo digital como se fosse um livro, imprimi-lo na sua totalidade se necessário for e consultá-lo por critérios de busca sofisticados.

Boa parte dos vícios que enformam o sistema são de bem fácil solução. Mas o que vemos é que em cada reforma mais se degrada o sistema, caminhando-se para a sua irrecuperabilidade.

Em jeito de conclusão, aqui ficam alguns conselhos para o próximo ano judiciário:

1. Não acredite nos arquivos públicos. Guarde religiosamente os originais de todos os seus documentos;

2. Peça certidões permanentes de todos os seus imóveis e verifique, ao menos de seis em seis meses, se ainda são seus;

3. Siga atentamente a vida dos seus credores. Se forem empresas, verifique, pelo menos de seis em seis meses, se elas ainda existem.

Miguel Reis

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João José Brandão Ferreira

SUSPENDER A “DEMOCRACIA”: SERÁ QUE A MANUELA TINHA RAZÃO? 

 

            Não passa um santo dia em que o comum do cidadão não seja agredido na sua mente, no seu espírito e no seu bolso, por um qualquer evento ou declaração política.

            Trata-se de uma verdadeira violentação cívica e psíquica, contumaz, que não há futebol, fado ou Fátima, que releve.

            A última “pérola” de que fomos servidos, saíu da boquinha asneenta do sr. Ministro das Finanças – isto não é um insulto mas antes a constatação do senhor não acertar em nada do que diz – ao defender no parlamento que o aumento do IRS devia ter efeitos retroactivos, pois o bem geral deve sobrepor-se à lei (neste caso a Constituição da República)! Este arrazoado pretende justificar a impossibilidade de uma tal medida ser tida como anticonstitucional.

            E se não fora, é seguramente insensata. A insensatez e a ignorância correm, aliás, paredes meias com o despudor e a falta de vergonha com que a generalidade dos políticos diz as coisas mais inverosímeis, quando não uma coisa hoje e o seu contrário, amanhã afivelando o ar mais seráfico deste mundo.

            Será que não terá ocorrido ao senhor ministro pensar para que servem então as leis? E se acaso as leis existentes não serem suposto servirem o bem público? Servirão então o quê? E se esta ideia do sr. ministro (do governo?), fizer vencimento, que outras se seguirão? Sim porque a partir daqui, é o vale tudo…Que os responsáveis políticos não dizem normalmente o que pensam, até uma mente infantil percebe; mas será que andam tão desorientados que já nem pensam o que dizem?

            Quando se porá cobro a toda esta falta de seriedade, ao mais alto nível, que se desenvolve como uma mancha de óleo e que acobertada pelo termo “democrático” está a desgraçar e a desqualificar o nosso país, Portugal?

            Quanto mais tempo iremos admitir, que a nível do Estado se tomem decisões gravíssimas algumas das quais põem em causa a existência de Portugal como país independente, sem consultarem e explicarem à população o que se passa?(caso da UE,por ex.). Até quando iremos admitir que nos faltem à verdade, que falhem constantemente nas previsões de tudo e raramente cumpram as promessas feitas?

            Como é possível a maioria da população não se incomodar que o país esteja com uma segurança medíocre; a justiça não funcione – isto é, tudo funciona, mas não se exerce justiça… -; idem para a educação – isto é, tudo funciona, mas os resultados são desastrosos  - e que se viva há mais de três décadas acima das nossas reais possibilidades, sem que ninguém responsável tenha tido a coragem de dizer que o rei anda nu ?

            Até quando é que a população vai aceitar que cerca de umas 100 a 200.000 famílias que orbitam à volta dos partidos e do Estado suguem a quase totalidade da riqueza produzida na Nação?

            O que será necessário acontecer para se perceber que não podemos viver sem termos objectivos políticos institucionais e de longa duração, e estratégias para os alcançar e tal não poder ser constantemente boicotado pela luta partidária (fratricida!) e pelas sucessivas pugnas eleitorais que não permitem que haja tempo para se exercer o Poder e … governar?

            E será assim tão difícil apurar responsabilidades pela verdadeira incompetência/corrupção com que foi utilizada a maioria dos fundos comunitários que, tudo somado, pouco nos deixa de mais valias para o futuro? E já pensaram que estes fundos (cerca de dois milhões contos/dia desde 1986) representam uma soma incrível de riqueza que ultrapassa, em muito, as especiarias do Oriente, o ouro do Brasil e as riquezas de África, fundos estes que nós nem sequer tivemos que ter o esforço de enviar navios a buscá-los, pois estavam ao alcance de uma tecla de computador?

            De facto é muito lamentável o estado a que nos deixámos chegar. E não devemos culpar ninguém, a não ser nós próprios, por isso.

            Ainda não há ruptura de abastecimentos, dificuldades de sobrevivência graves e revoltas sociais extremas. Mas lá chegaremos se não atalharmos caminho.

             Infelizmente não acredito que a classe política que temos se regenere e seja capaz de endireitar o país, por razões que não vou expor.

            Mas vou expor meia dúzia de acções que julgo urgentes para parar o caminho para o abismo. Mesmo sabendo que vou incorrer no desacordo e na ira de muitos compatriotas.

            O estado de sítio deve ser declarado.

            O PR (é bom que seja o PR…), deve escolher um governo de salvação nacional, com personalidades independentes dos partidos, que reúnam três características: sejam patriotas, sérios e competentes.

            O estado de sítio implicaria: suspensão da actividade partidária; censura à imprensa; proibição de greves, lockouts e manifestações; controle das fronteiras; reavaliação dos compromissos internacionais para determinar quais os que seriam suspensos; comando centralizado de todas as forças militares, policiais e de segurança; manter os tribunais ordinários a funcionar para questões correntes e suspensão dos tribunais superiores; poderes especiais para o Banco de Portugal poder intervir no sector financeiro, etc.

            Os objectivos principais do estado de sítio (seis meses a um ano devem chegar), são cinco: a definição de um sistema político que funcionasse em Portugal, com portugueses – já se viu que este sistema de partidos não funciona e temos disso prova desde 1820, já chega;

            A definição de objectivos nacionais permanentes e importantes e as estratégias para os alcançar (não pudemos andar constantemente à deriva ou a mudar de rumo!);

            A definição de bases de uma economia minimamente sustentável, que possa ser  avaliada e corrigida;

            A criação de uma equipa alargada de investigadores com poderes especiais para investigarem todas as trafulhices existentes a nível dos órgãos do Estado e não só. Os casos de ilícitos instruídos transitariam para tribunais formados especificamente para julgar, com celeridade, estes casos;

            Preparar a realização de referendos para as principais medidas que se vierem a considerar adequadas.

            O estado de sítio não deve impedir o livre debate sobre as principais questões em apreço. Deve, porém, discipliná-las e torná-las representativas. E a acabar de vez com o mito idiota de que todas as pessoas podem ou devem, discutir e decidir sobre tudo – mesmo do que não entendem.

            Por aqui me fico, sabendo que não farei vencimento. Pensem apenas que seria preferível jogar por antecipação para evitar males maiores.

            Para evitar, por exemplo, que venhamos a ficar numa situação semelhante à de 1926.

                                                                                  João José Brandão Ferreira

                                                                                              TCor/Pilav(Ref)   www.aloportugal.org

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ELEIÇÕES EM PORTUGAL

 

Pelo que todos ficamos sabendo a participação dos emigrantes portugueses, nas últimas eleições, em Portugal, foi um fracasso.

Temos que mudar isto.

Todos sabemos também, que quase nenhum emigrante sabe como proceder para participar.

Pelo que eu sei, é preciso fazer o seu cadastro, como eleitor, obtendo, assim, o seu título que o habilitará para as próximas eleições.

Para isso, é preciso ir, pessoalmente, munido dos seus documentos pessoais, ao Consulado Português, da área de sua residência e fazer o cadastro.

Isto é válido para portugueses emigrantes e para todos os seus descendentes, até o terceiro grau (salvo erro).

É claro que, esses portugueses e descendentes, para conseguirem isso, precisam estar cadastrados nesses consulados.

Se não estiverem, sugerimos que providenciem a documentação pertinente, para se habilitarem a essa nobre condição de cidadãos europeus.

Acho que cabe a todos nós, em especial aos responsáveis pelas agremiações que congregam portugueses, no exterior, ajudar a que todos saibam ser cidadãos e usar as prerrogativas dessa condição.

Assim, portanto, proponho que se inicie uma longa jornada de contato com essas pessoas, informando como proceder, para que, nas próximas eleições, os que quiserem participar, o façam de pleno direito e com liberdade.   Proponho essa campanha.

Se me couber algum trabalho, estou disponível e fá-lo-ei com muito gosto

Abel

30 de Setembro de 2009

#################
 
Caro amigo Sr Abel
Boa saude.
 
As coisas não são assim do geito que informa.
 
1º  Não podemos dizer ainda que as eleições na diáspora tenha sido um desastre, pois ainda se não conhecem seus resultados.
OS votos dos emigrantes ainda estão chegando a Lisboa até dia 07\10 , a contagem e seus resultados vão acontecer dia 11\10.
 
2º  Para se votar não é preciso estar cadastrado nos consulados. Precisa sim ter titulo de eleitor de Portugal.
     O Cidadão pode estar cadastrado no consulado, ter Bilhete de Identidade e Passaporte, mas se não tiver o titulo de Eleitor, não vota.
 
3º   Os descendentes de Portugues não podem votar. Nem de 1ª geração. Os Filhos dos Portugueses, precisam primeiro se Naturalizar.
       Se não se naturalizarem, nunca serão portugueses, nem terão qualquer direitos. Os Netos de Portugueses, para se naturalizarem       
Portugueses, precisam 1º pedir a seus pais, filhos de Portugueses, se naturalizem primeiro.
 
Os Portugueses, a maioria na Emigração, não pede seu Titulo de eleitor nos consulados.
Para se adquirir o Titulo de Eleitor não tem custos e é muito fácil.
Precisa ter o Bilhete de Identidade de Portugal válido e levar ao consulado e pedir seu titulo, se os funcionarios do Consulado não forem preguiçõsos podem fazer na hora ,... ou enviar no dia a seguir pelo correio...
quem reside longe dos consulados basta enviar  pelo correio a cópia do Bilhete de Identidade para o consulado  e  pedir seu titulo de eleitor é de graça. È bom enviar dinheiro para o envio pelo correio.
Mas valeu seu recado até para o lembrarmos a todos que o acto civico de se votar não poderá ser só considerado um direito, mas antes de tudo uma obrigação do cidadão e de cidadania.
Casimiro Rodrigues - Presidente do www.portugalclub.org
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ENTAO PORTUGUESES RESIDENTES NO ESTRANGEIRO  ( CHAMADOS EMIGRANTES).?
 
VAMOS COM ESTA SITUACAO FICAR NA MESMA COMO DANTES????
                          NAO e NAO                           

Quando deixemos de ser uns TAPADOS e erguemos a nossa VOZ.........
 
VAMOS ENVIAR PARA PORTUGAL APENAS AS VERBAS NECESSARIAS PARA PAGAR OS NOSSOS COMPROMISSOS ASSUMIDOS ........
 
NAO MAIS UM TUSTO  PARA OS BANCOS EM PORTUGAL...... VAMOS FICAR SEM UM TUSTO DAQUI A POUCO TEMPO......
VEJAM AS DESGRACAS CONT'INUAS QUE O NOSSO PA'IS ENFRENTA......
Lembrem-se que s'o perdem os que tenham dinheiro nos bancos...... N'os 'e que perdemos , porque os de l'a andam todos tesos.......
 
SER'A DESTA QUE A COMUNIDADE FORA DE PORTUGAL ENTENDE E SE UNE?   espero bem que sim
 
Um portugues fora de Portugal ....mas bastante preocupado .........


Silverio Da Silva - Africa do Sul
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O MNE não nomeou afinal a do seu gabinete e a melhor amiga do delegado da AICEP em Singapura, de nome Carlos Moura. Nomeou como Encarregado de Negócios, para abrir a Embaixada de Portugal na cozinha da AICEP em Singapura, Jaime Van Zeller Leitão.
Um conselheiro que terá alguma capacidade de organização - já que esteve à frente da Presidência portuguesa da UE. Ou foi só para a fotografia?
Como é público, rapaz de 53 anos, divorciado ( a mulher entretanto casou com outro, o que acontece a muito boa gente) aparecendo na Caras com a Dadinha (ex- Ribeiro da Cunha). É da linha Van Zeller, logo CIP.
Rapaz alto, de boa estirpe, que poderá cair na tentação de olhar de cima para baixo, o que nestas paragens é pecado fatal. Mesmo entre os ricões conta nada a linhagem.... antes pelo contrário que isto é terra de "coolies" ou de "self made men" que sabem usar o cabedal e a inteligência e não são de pergaminhos.
Tem a seu favor terem-lhe passado um cheque mensal de 6.000 euros para alugar casa... Diria um casarão.
Veremos o que faz. De acordo com o StatLink (Singapore Trade Statistics) as importações de Singapura com origem em Portugal, no período de Janeiro a Junho de 2009, em pouco ultrapassaram os 37 milhões de dólares de Singapura, valor que representa 10% das importações em igual período de 2008, que tinham alcançado os 353 milhões de dólares de Singapura (265 milhões de dólares em igual período de 2007).
Lá se foi a Qimonda para sempre e agora veremos as habilidades da nossa diplomacia económica.
Heitor Feytor,
 
 
À MARGEM:
 Já há tempos insurgi-me quanto à infeliz ideia de abrir uma embaixada de Portugal na cidade-nação em Singapura.
-
Naquele país e por muitos anos a diplomacia portuguesa esteve, e bem, representada por mais de 25 anos pelo cônsul honorário Charles Letts.
O embaixador (não residente) foi sempre o acreditado, em Banguecoque, no Reino da Tailândia.
Há cerca de uns dois anos, foi triunfalmente aberto, um insípido gabinete do AICEP, ( o inventado pelo ex-ministro Martins da Cruz para destruir o ICEP) e nomeado Carlos Moura que desde logo (claro está....) pretende o estatuto de diplomata, que o Governo de Singapura não lho concedaria dado que Portugal não tinha, ali, embaixada mas um embaixador não residente.
O Carlos Moura, um pobre diminuido a representar o comércio de Portugal em Singapura, lhe daria muito gosto se misturar com a diplomacia, estrangeira na cidade-nação, basofiar: "aqui estou eu o mui digno e pragmático embaixador do comércio de Portugal em Singapura!".
Desde logo entrou a sua melhor amiga a Dadinha, "cleopatriana", (sempre as mulheres na política e na diplomacia...) na contenda e aberta a cozinha (com estatuto de embaixada de Portugal) e o delegado do AICEP Carlos Moura, não continua a viver um desgarrado em Singapura e tendo com isto um "parceiro" para os copos, no quotidiano.
Mas um delegado do AICEP e um Encarregado de Negócios em Singapura custam os olhos da cara ao contribuinte português...
Foi o mesmo que o ministro dos Estrangeiros, Luis Amado lançar semente em terra seca que nunca fará germinar fruto nenhum.
Afinal as "tais" capelinhas das Necessidades continuam vivas e sob os claustros movimentam-se forças ocultas onde me parece que as senhoras (as Dadinhas) são raínhas.
Maus ventos continuam e não param a soprar no Sudeste Asiático. Voltarei, ao assunto, em tempo e oportuno.
José Martins
-
P.S. O autor do texto acima é um velho conhecedor do comércio e diplomacia no Sudeste Asiático, funcionário reformado do Ministério dos Negócios Estrangeiros ex-representante do ICEP de 1997 a 2002. Serviu Portugal por 24 anos na Embaixada de Portugal em Banguecoque
 
Jose Gomes Martins
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Eu desejo acresentar umas palavras ao texto de Maria Celeste Amado.
. Mário Soares e Almeida Santos são responsáveis pela morte de milhares de portugueses de todas as raças e pela destruição de milhões que tiveram que fugir do Ultramar português. Foram crimes contra a humanidade que deviam ser julgados em Haia. A.S.Dias
 
From: combatentesporportugal@hotmail.com
To: armcpf@free.fr
Subject: Felicitações
 
Emigrantes Portugueses conseguiram revisão da lei para efeitos de contagem do tempo de serviço militar no período da Guerra do Ultramar.

Clicar em:
O tempo de serviço militar conta para efeitos de reforma

ANTÓNIO CERQUEIRA
ASSOCIAÇÃO DOS REFORMADOS E DOS EX-MILITARES/EX-COMBATENTES PORTUGUESES DE FRANÇA
6, Rue de la République – 95100 ARGENTEUIL

Exmºs Senhores Combatentes

.Felicitações para a vossa reforma melhorada,
Cumprimentos,
Luís Fânzeres Martins -GEP
Combatente por Portugal

Estamos ao dispor de todos os Combatentes Portugueses em:

www.combatentesporportugal.org        www.combatentesporportugal,org/noticias.htm

www.combatentesporportugal.org/cvc1.htm           www.combatentesporportugal.org/opinioes.htm 
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NE ME QUITE PÁAAAA...

<<... Apaixonar-se por tudo, é não se apegar a nada!...>> (Jean-Louis Barrault)


De:
S.S. Potêncio,      ® Os Gambuzinos (258) Ne me quite Pas!...

 

Desde os primórdios da época da emigração em massa, lá no início dos anos sessenta, do Século Vinte (buscar para o desenrasco tradicional... e sairmos debaixo das saias dos filhos da Mãe Pátria, os saudosistas, os faixistas, os estadistas, os bairristas, os economistas, os salazaristas, os cavaquistas - são aqueles que só fazem cavacos da lenha para botar na fogueira de vaidades - e outras listas, como a dos anarquistas ou  dos  xuxialistas pavónicamente exibidas em noite de gala) que nós vemos o desencanto esparramado na cara do Povo de Portugal.

 

- Se, até àquela data pré-migratória... em direcção ao comunismo da Europa Comunitária, já se viam lágrimas em todos os que partiam da Santa Terrinha, hoje criam-se e alimentam-se figuras populares de dar dó!... Nem são carne nem peixe!... e muito menos sequer sabem cozinhar os velhos sabores Luz & Tanos,  que nos desencantam a cada vez que arribamos para matar saudades, munidos de armas e bagagens para ficar!,... todos somos apenas “retornados às origens mais remotas”!

 

Eis-nos aqui - coração na mão,... votos por via de correio em greve, e outras vicissitudes de quem anda pelos caminhos da "estranja"!, mas!... ó desventurada amargura de nós TODOS eternos "retornados" que por sina Divina, somos todos aqueles que um dia de lá saímos!...

-  ou será que tem alguém por aí,  menos retornado do que nós?

Consensualmente falando, tão Portugueses somos nós no exterior, como qualquer outro que ainda se consegue manter à tona d'água, para viver fora das maracutaias, dos esquemas, das arapucas, dos meandros da democratica forma de enganar o Ti Ze Pô Vinho, feito a "martelo & Foi-se"... o tempo da lealdade, da palavra dada no fio do bigode!... 

 

Do nosso departamento de "conversas de soalheira", neste final de verão e início de Outono marron, de cor acastanhada... quase a descambar para o negro buraco do inverno político que se aproxima, nós acabamos de receber uma reportagem mais ou menos descritiva do que vai lá pelos meandros das esferas in fluentes apupos de azedume tardio e a más horas... iiiiii aatãon lá bai: 

 

(citamos excertos do tal discurso com escuta clandestina, pelo método “o cult” para não dar nas vistas, nem no focinho do adversário, que bem as merecia, mas... não vale a pena partir agora para as vias de facto o que se passava debaixo do nariz, e não dizias nada!?... perguntava-se por debaixo do pano do palco teatral em debandada geral)

 

... ghrrrruuuuummm,... ghhrrrrruuuuhmmm... humpfffff!!!!

-  Portugueses!... ... 'ÑAS xEÑORAS e Mous Xeñores...

- meus patrícios, conterrâneos de longa data!...

Estamos aqui todos reunidos (quem não pôde vir, mandou o voto pelo correio que, por sinal está ainda em greve mas ... mais tarde, quando Inês já estiver Morta... ele há-de se ressarcir do mal de All Zaimér - é aquela doença do ser humano que quando não sabe aonde ir,  pega um envelope e manda!!!... afinal somos um Povo de Portugal cheio de tradições... pleno de sabedoria milenar e de provérbios, de chavões de “brandies” e costumes muito arraigados!... Como este por exemplo: quem quer vai, quem não quer manda!... E o home mandou, mandou, mas no fim do jogo nem tugiu, nem mugiu... o Leite foi todo p'ras cucuias!!!) para vos tranqüilizar e prestar contas do ocorrido... um verdadeiro corridinho Algarvio!

 

- Oh páaaa... tu já butastes ou ainda não???... 

(pela fonética eleitoral este "ou" tanto pode ser uma conjunção fonética alternativa, como também pode ser uma forma aliterada do pronome pessoal da primeira pessoa do singular... EU... OU ainda não butei lá nada!!!... e voismecê? JÁ BUTOU???... contestava o bezinho do lado) 

 

- AH PEIS OLHA QU'EU ainda nem sei cumé ke se bota, carago???!!!.. 

 

Estas e outras conversas do género rolavam soltas e estouvanadas pelas esplanadas do Bairro Alto e de Belém do Restelo, quando de repente... não mais que num repente,  passou um ardina a gritar!... 

- Ólhó Parada da Paródia!...

- Bamos oubir o home do poleiro que vai falar à Ná São!...SILÊNCIO!!! 

 

... 'ÑAS xEÑORAS e Mous Xeñores... Portugueses!... 

Agora que o país está de tanga, em parte por causa do fechamento das fábricas de tecidos em tergal da Covilhã, mas principalmente porque os cofres do Estado foram assaltados pelos irmãos metralha dora ligeira, muito usada pela elites governativas, não nos resta outra alternativa... a não ser admitirmos que o Leite está todo derramado!...

-  e por isso, temos que fazer conchavos, temos que compor novos êxitos musicais com letra do tipo o "Fado da Desgraçadinha que andava no gamanço!" e passarmos a cozinhar novas iguarias do tipo Pizza nos Gajos do Bloco, ou umas sobremesas à base do Rocambolesco romance do Fiat na Virgem e não corras!!!,... que já vais ver o que acontece nas intercalares!...

E por falar em rocambole, que tal meter a mão na massa?

Ù KÉ KE TU AXAS OPÁAA?!?!...

 (perguntava um dos figurantes no meio dos figurões da primeira fila da platéia e do camarote)

Bem... eu tenho andado a comer da pensão, mas... se é para meter a mão na massa, vamos lá!... o que é que custa, hein, hein?... é mais um menos um...e no final do mandato ninguém dá por nada!... ninguém acredita no ministério público, ninguém olhará para trás porque, todo povo sabe que; para trás mija a burra... e aqui não temos burras... só Burros,... alguns,... muitos, de duas patas, infelizmente para a natureza humana.

Enquanto isso, na boca do microfone continuava o discurso...

 - Ontem estávamos todos voltados para o país, e hoje direcionamos os holofotes para este palco de tantas batalhas, inclusivamente a do Buçaco que vai fazer 200 anos, e ela nos  reestabeleceu a Democracia tipicamente Luz & Tana!!!!!!.... onde todos somos iguais, mas quem manda aqui sou eu, carago!... siga a contra-dança:  

-  Ne me quite pas,... Ne me quite pas!...

Ao que o nosso herói respondia a cantarolar;

... estamos quites páaaa... estamos quites páaaa!...

-  agora é que são elas... vamos lá meter a mão na massa, pá!...

 

Ao fundo, escutava-se um tanto ou quanto à margem da Lei, um zarranguilhar nas linhas telefónicas, e um ruído de panela de pressão quando esquenta o grão do Bico calado  com tripas à moda do Puorto!...

(xxxiiiiiiiiuuuuu!... silêncio cantace u fádo, carago!...)

-  Ne me quite pas,... Ne me quite pas!...

- estamos quites páaaa... estamos quites paaaa!...

 

E assim o orador insistia...

... 'ÑAS xEÑORAS e Mous Xeñores... conterrâneos!... aqueles que ainda teem terra, ...  Patrícios de todos os quadrantes deste recto ângulo de patriotas!

Estamos aqui reunidos em volta do grande tabuleiro de sardinhas entaladas... Perdão!... melhor dizendo isto é apenas uma travessa de carapaus de corrida que a varina nos trouxe no alto da cabeça, desde o velho Cais do Xudré, e por isso nós queremos vos justificar a razão do fracasso que foi esta campanha.

-  Estava a bela Inês posta em sossego... quando se aproximou um pá gem muito bem vestido, elegante, altivo, bem-falante, cabelo já grisalho para acompanhar a moda TransAlpina, quando a grafanola começou a girar e o velho êxito sussurrava...

Péeeraíiiiiiiii ópáaaa... muda o disco porque esse apelo aos antepassados históricos já passou à história...

Assim se fez e a contra-dança continuou a escutar-se a torto e à direita :

-  Ne me quite pas,... Ne me quite pas!...

- estamos quites páaaa... estamos quites paaaa!...

 -  Ne me quite pas,... Ne me quite pas!...

- estamos quites páaaa... estamos quites paaaa!...

 -  Ne me quite pas,... Ne me quite pas!...

- estamos quites páaaa... estamos quites paaaa!... 

Silvino Potencio - Emigrante Transmontano - O Home de Caravelas - Mirandela
Retornado² Angolano, EX Patriado, Ex Combatente, Ex Comungado do IARN... E DE TANTAS OUTRAS CONFRARIAS XUXIAIS LUZ & TANAS

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Cavaco (no Algarve)

Não se trata do Hissope

 

Excerto da Proposição e da Invocação de “O Hissope” :

 

“Eu canto o Bispo, e a espantosa guerra,

Que o Hissope excitou na Igreja de Elvas,

Musa ... Tu me lembra o motivo; tu, as causas,

Por que a tanto furor, a tanta raiva

Chegaram o Prelado e o seu Cabido.

 

Não, de maneira nenhuma se trata de uma celeuma eclesiástica, como a que está patente neste poema herói-cómico de António Diniz da Cruz e Silva. Nele, o bispo da Sé de Elvas foi grosseiramente desconsiderado pelo deão da mesma Sé, Lara de seu nome, que costumava, nas cerimónias religiosas, apresentar-lhe o Hissope com a consideração devida, e um dia de rebeldia falhou, já imbuído de ideais de democracia igualitária, por desconhecimento de que, mesmo em igualdade, há sempre os mais iguais do que outros. Repostas as hierarquias, com a primeira vitória do Bispo, sobre os seus direitos de “precedência” nos cerimoniais, mais tarde será um sobrinho do deão, continuador do bom Lara, entretanto morto, que ganhará o processo, com o apoio da Coroa.

Não, não se trata das rudes vaidades clericais, mas que havia já nessas alturas oitocentistas querelas importantes, havia-as com certeza. A nossa história está, de resto, semeada de polémicas, umas de foro mais literário, outras de foro mais político e todas com grande arreganho. Basta ler os dois volumes “As Grandes Polémicas Portuguesas” da Editorial Verbo, com Prefácio de Vitorino Nemésio, para a gente se ilustrar um pouco. Mas a Questão “Bom Senso e Bom Gosto” existe em dois volumes, que devíamos rever, nalguns textos principais, como o de Antero, que lhe deu o título, de tanta necessidade hoje.

Não, eu não quero saber do assunto em si. Parece da costumeira “lana caprina” própria da nossa pequenez humana. Tenho pena de que o nosso Presidente, já por duas vezes – não sei se com razão ou sem ela – tenha entrado em querela com o Governo astuto e prepotente. Da primeira vez ganhou e avançou para a segunda, em plenas férias de um verão bronzeante.

Em seu redor, a preocupação dos aflitos, dos que clamam contra a falta de condições últimas das suas vidas. Mas também a despreocupação de alguns, que gozam as férias a que “têm direito”, apesar da crise, que  não deixam de comprar os carros e os telemóveis das suas necessidades vitais.

Por isso, o nosso Presidente se entretém levantando pó, com razão ou sem ela, em malabarismos detectivescos inanes, indiferente à paisagem humana do seu País sem rumo, ensimesmado em torno do seu próprio umbigo.  Papagaio real, diz-me quem passa? – É o Rei D. Simão que vai à caça”, já o afirmou Guerra Junqueiro no seu “Finis Patriae”, também da nossa expectativa de hoje.

O Governo responde, pela voz do seu  Ministro dos Assuntos Parlamentares, não mais tonitruante por não ser maioritária, mas impregnada de cautelosa malícia – derrubando as pistas presidenciais com superioridade, talvez reconhecendo as verdades do pobre Presidente, sobre o cinismo de que foi rodeado por um Governo maioritário e de outra facção política.

E o pobre Presidente, mantendo a exigência do hissope e da cortesia, assim se entretém, na sua caça aos gambozinos. Desta vez sem o apoio de ninguém.

 Berta Brás

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A solução que urge

Ou é Portugal que me não merece, ou sou eu que não mereço a Portugal! Voltaram a ganhar os Socialistas, se bem que com uma expressão eleitoral bastante reduzida, e com uma percentagem de votos inferior à da abstenção, que andou entre os 39 e os 40%.

Não entendo a minha Pátria. Parece um País feito de um povo masoquista, inconsciente, e que gosta de ser manipulado. Um País de gente "pequenina", oportunista, invejosa, mesquinha, e com mais vontade de ganhar dinheiro do que de trabalhar.

Os socialistas mostraram à saciedade ao longo destes últimos penosos 35 anos que não sabem governar o País, que são um bando de demagogos, e que são falhos de Patriotismo. Acresce que abundam os corruptos entre eles. E foi neste aglomerado de miseráveis que o Povo Português decidiu votar em maioria no passado Domingo.

Gastaram-se milhões de euros de um país desfalcado e moribundo numa campanha destinada a enganar a população com a demagogia do costume. Teve melhores resultados quem mais mentiroso ou demagogo foi. É o prémio à canalhice e à vigarice.

E o que vai acontecer a seguir? Vai tudo continuar na mesma em termos de segurança, em termos de obras públicas megalómanas para as quais não temos dinheiro, em termos de atraso parece que deliberado da nossa agricultura, em termos de uma miserável segurança social, inepta e falida, em termos de parece que propositado boicote ao progresso das pequenas e médias empresas, como motor da nossa economia, em termos de um acesso à justiça completamente bloqueado, e que apenas favorece os criminosos e os poderosos (muitas vezes coincidentes com os criminosos). 

Portugal está moribundo, e esta espécie de amálgama a que se chama de povo, parece que gosta do que vê, parece que pretende premiar o assassinato da sua Pátria. É uma vergonha, e um desepero. Assim, não temos futuro. Não temos produtividade porque não existe motivação, e os exemplos que vêm de cima são maus. Deixamo-nos enganar a torto e a direito por estes senhores. E a festa ainda vai no adro. Arrastamo-nos na lama.

O apontamento mais revoltante que encontrei de entre muitos que recolhi na amargurada noite eleitoral do passado dia 27 de Setembro, foi ver bandeiras do arco-iris, sem vergonha nenhuma, abanado-se ao vento juntamente com as do Partido Socialista de José de Sousa. Bandeiras do arco-iris que são o símbolo dos homossexuais ostensivos, daqueles que não têm vergonha nenhuma em ter o defeito que têm, e que com o Partido Socialista e a outra esquerda apostaram em destruir a moral a família, e o tecido social tradicional. E em defender o Aborto e a Eutanásia. É o triunfo dos porcos.

O Partido Socialista venceu estas eleições de braço dado com os invertidos e com a Maçonaria. Parece ter sido essa a vontade do Povo. Continuaremos a viver num País sem honra e sem moral, governado por um bando de mafiosos impunes.

Será porventura o País que merecemos. Mas a mim, que amo acima de tudo a minha Pátria, entristece-me. E anseio por uma mudança, que por este andar só poderá ser violenta. Portugal precisa de um leader honesto, com autoridade, e que ame a sua Pátria. Estou convencido de que esse leader só aparecerá numa manhã em que ao acordarmos, ouçamos na rádio a notícia do Golpe de Estado que urge. Para que a Pátria não morra envergonhada.

Viva Portugal! (com tristeza)  António de Oliveira Martins

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Comentários a textos ou a outros comentários

De: Berta Brás

       O mundo dos comentários aos textos dos blogues sendo menos visível do que os próprios textos, entendi reunir alguns postados no PortugalClub, como processo de dar continuidade a um pensamento contestatário ou de paralelismo ideológico.

 

I - Assim, o sr. Braamcamp Mancellos comentou da seguinte maneira o meu texto “Não é uma questão de dentes”, que se propusera estranhar a forma como um governo, tão posto em causa ao longo de quatro anos, conseguira mobilizar tanta adesão de uma população absurdamente incoerente:

 

“Berta Brás, os meus cumprimentos. Perante a pelintrice deste país, qualquer esforço é uma pura perda de tempo. Exceptuando uma pequena percentagem que cultiva os verdadeiros valores em principios e em educação,tudo o resto, só nos faz envergonhar por pertencermos a esta raça. Já reparou na TV, no indice mental dos idiotas que percorrem as ruas acompanhando os politicos nesta campanha eleitoral? E os outros, dentro do nosso quotidiano diário? Os nossos Pais, há cinquenta ou há sessenta anos quando saíram desta mixórdia para as Colónias, jamais imaginariam que este povo continuaria na mesma, passado tanto tempo. Apenas evoluiram materialmente. Com mais ou menor formação académica, o desastre mantem-se. Não há qualquer tipo de antídoto para contrariar esta corrente. Faz parte. De uma tacanhez mental e de uma "superioridade" bronca que gela qualquer ser civilizado. Ninguém lhes tira o orgulho de serem "Europeus". Enquanto entrarem diáriamente neste país milhões de euros, o regabofe vai continuar. Aos estúpidos, é fácil criar ilusões. Antigamente só os pobres eram estúpidos, hoje é uma miscelânea.
Portanto, nada a fazer, minha Cara Senhora. Braamcamp Mancellos

 

         A resposta, um pouco longa, explicita melhor os motivos dessa incoerência:

 

Sr. Braamcamp Mancellos, às vezes também tenho vontade de pensar tão duramente, mas não quero generalizar assim. Creio que somos um povo que, por qualquer razão que escapa, vivemos sempre em penúria, de que não seremos totalmente responsáveis. Penúria de igualitarismo social, por falha dos que, julgando-se superiores, não estenderam às classes "inferiores" a convicção de que poderiam igualar-se-lhes, estudando. Os judeus burgueses fizeram-no e ultrapassaram os fidalgos em competências, fidalgos que, muitas vezes nada mais faziam que impor as suas marialvices e as suas arrogâncias sem conteúdo também. Mas nunca o povo se libertou da miséria, nunca se esforçou por isso. Faltou-nos uma "Magna Charta" que estabeleceu direitos democráticos a povos talvez mais inteligentes e trabalhadores. Custa olhar para os espectáculos de carnavaladas constantes, entre nós, começando pelo predomínio dado ao futebol, como espectáculo gerador de mesas redondas até. Felizmente, há sempre um escol. Mas não basta para criar outra mentalidade entre o nosso povo. O povo que ficou definido, nos próprios filmes antigos - as mulheres, pelo xaile e lenço, os homens talvez pelo chapéu e o bigode, como marcas distintivas do nosso charme. Hoje, se a mocidade foge um pouco a isso, graças à globalização, que penúria ainda, nas conversas, na deselegância, no vazio das atitudes. Não, nunca chegaremos aos calcanhares dos outros povos. Porque nesses, apesar de ditaduras terríficas - falo dos povos do leste europeu, que os do oeste estão, naturalmente fora das nossas ambições igualitárias - em todo o caso a Educação foi prioridade que teve como consequência os imigrantes de leste se superiorizarem, como estudantes, aqui, como trabalhadores seja em que emprego for - habituados a respeitar valores que nós pontapeamos sem educação.

Desculpe esta tirada, eu gosto do nosso povo porque é aberto e sensível, mas não gosto da sua humildade, e muito menos do seu atrevimento grosseiro em manifestações de rua. Como gostaríamos que uma varinha mágica qualquer chamasse à liça os valores do civismo e da cultura! Não, não vamos a tempo. Como muito bem disse no seu excelente comentário.” Berta Brás

 

 

II - O comentário seguinte é ao texto de Alberto Ribeiro SoaresManuela Ferreira Leite”, que admirei como índice de lealdade e sensibilidade às competências reveladas pela dirigente do Partido Social-Democrata. Terminava assim, em excelente síntese psico-sociológica sobre a nossa idiossincrasia:

 

Triste País o nosso!

Cada vez mais entregue ao marketing, ao oportunismo, ao clientelismo, à corrupção e à degradação da moral e dos costumes.

A derrota (apenas nas urnas) de MFL mostra à saciedade que, quem não quiser usar essas armas, não consegue ir longe.

Mas, nesta hora que não pode deixar de ser amarga, MFL continua a ser admirada por muitos milhões de Portugueses!” Alberto Ribeiro Soares

 

         Respondi, num entusiasmo de conivência:

 

“Eu sou uma delas, reconheci-o bastantes vezes, quer por escrito, quer em conversa. Creio que os leaders novos que estão surgindo no PSD, cheios de aparentes bons princípios, a cobrir ambição, a mesma que catapultou Sócrates, como já catapultara, em tempos, Soares, Almeida Santos e mais pandilha, terá os apoiantes específicos, do seu grupo de amiguinhos, que não souberam defender a chefe - salvo honrosas excepções, entre as quais Pacheco Pereira, de extrema nobreza porque igualmente superior, em saber e ética - talvez porque esta lhes está muito acima, quer em discrição, quer em inteligência, quer em elevação moral e amor pátrio. Concordo em absoluto consigo. Mas diz-se que cada povo tem os chefes que merece. E o nosso, embora alertado - há longos anos alertado, na própria pele sofrendo esse alerta - deixa-se manipular por esses discursos balofos de uma esquerda fictícia, que vive de chavões e se está nas tintas para a nação. Como se viu no governo de ruína que tivemos. Oxalá Manuela Ferreira Leite não desista, precisamos de discursos sérios e rigorosos como os dela, oxalá os seus verdadeiros amigos, do seu partido, lhe transmitam a coragem de continuar. Contra as vozes altissonantes dos ambiciosos do poder, em começo de carreira. Figuras como a de Manuela Ferreira Leite não teremos mais, num país cada vez mais degradado.” Berta Brás

 

Seguiu-se o comentário ao mesmo texto de um Sr. António Freire vincando a sua vinculação a outros ideais políticos, em discurso desdenhoso de pseudo-saber mas repetindo puramente os slogans de fácil memorização postos na praça pública para bacoco ouvir:

 

“Alberto Ribeiro Soares escreve que Manuela Ferreira Leite (MFL) “ continua a ser admirada por muitos milhões de portugueses”. Creio que exagera. Mas não vale a pena continuar a falar muito da velha senhora que, daqui a 15 dias, logo após as autárquicas, será morta politicamente e passará para a já longa galeria dos ex- presidentes do PSD.. Mais importante é debater se as teses de MFL de “ não se gasta”, “não se deve investir”, “não há dinheiro” devem, ou não, continuar a ser bandeiras do PSD.” António Freire

 

 

Não compreendo o comentário anterior. Manuela F. Leite falou em investimentos nas PMEs, e quanto aos grandes projectos, lembrou o estado actual da dívida pública, dos milhões que recebemos sem produzir, o que parece grave a todos os que não percebem como se pode usar toda a vida da teta alheia. Mas neste país, como muitos são os habituados à teta alheia - mendigos que somos - não se lhes dá que os países ricos, que produzem porque trabalham, vão alimentando o nosso parasitismo e inércia e vaidades. Teremos o TGV do nosso disparo económico. Turistas virão que o ajudarão a pagar... se houver condições turísticas para os recebermos. Quanto aos atropelamentos sociais e às falcatruas, também somos um povo de falcatruas, aceitamos do coração os que as institucionalizam. Por isso repudiamos Manuela Ferreira Leite. Por ser honesta e equilibrada. E inteligente. Berta Brás

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